O filme já estava famoso quando tive contato pela primeira
vez. Na verdade, aluguei-o numa locadora, logo que saiu dos cinemas. Pensei ser
mais um daqueles filminhos de sessão da tarde, sabe?! Mas me surpreendi. A
história à prima vista é simples e trata do romance de uma adolescente com um
vampiro... mais um amor impossível para as nossas listas. O fato é que o
vampiro não é comum às histórias de terror e aos descendentes de Drácula... estes seres ganham poderes e habilidades
novas, tais como brilhar à luz do sol, velocidade, leitura de mentes, previsão
de futuro, etc... além de não dormirem em caixões como rege a lenda.
Enfim, a história possui em sua trilha uma série de
angústias e incertezas típicas da fase adolescente e transcende quando a paixão
envolve os personagens principais. Bella Swan é forçada a ir viver com seu pai
na cidade de Forks e conhece Edward Cullen no colégio. A princípio fica
intrigada com o misterioso rapaz que parece ter “nojo” de sua presença. Ele é um vampiro e o sangue dela o atrai como se fosse uma droga
poderosa. O desejo de provar o seu sangue é um ímpeto que deve ser refreado.
Bella desperta em Edward uma série de sentimentos até então jamais vividos no
seu centenário de vida. O grande dilema é matá-la ou amá-la? Em meio a isso, ambos
são colocados à prova quando um vampiro rastreador resolve perseguir Bella.
Stephenie Meyer inovou e a fórmula deu certo. Todas as
meninas (e mulheres! Rs...) gostariam de ser Bella Swan. A personagem é
extremamente interessante por ser simples. Não é mais uma bonitona ou o patinho
feio que vira um belo cisne em fórmulas convencionais de livros
infanto-juvenis. Ela poderia ser qualquer uma. O que me prendeu ao filme e me
levou a comprar a obra era a tensão entre os personagens. E de fato a leitura
não deixou a desejar. Amei! Quem não
gostaria de ter um Edward em sua vida?!